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Principais dúvidas sobre educação bilíngue

/Principais dúvidas sobre educação bilíngue
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Calma. Em primeiro lugar, vamos lembrar que os aprendizes de um idioma podem apresentar ritmos e padrões de aprendizagem e desenvolvimento diferentes entre si e que dependem de vários fatores. Elementos como aptidão, interesse, qualidade e quantidade de exposição e uso do segundo idioma, motivação interna e externa, oportunidades para vivenciar situações significativas no segundo idioma, eficácia da instrução oferecida e características individuais e pessoais do aprendiz impactam diretamente na rapidez e eficiência com as quais o segundo idioma será aprendido e desenvolvido. O mais importante nesse momento não está na velocidade em que seus filhos estão aprendendo e sim com o processo em si.

Por processo, entenda a qualidade e a quantidade da instrução que eles recebem, as estratégias e metodologias empregadas pela escola e pelo professor, os materiais utilizados, a forma como o idioma é trabalhado, o comportamento dos seus filhos com relação ao segundo idioma, as oportunidades para uso significativo e autêntico do inglês e outras variáveis importantes durante a jornada. Evite comparar seus filhos com outras crianças – se a preocupação persistir, converse com os professores ou consulte outros especialistas. Mas, antes, permita que haja um período de adaptação dos seus filhos ao novo idioma. Para saber mais sobre o assuntos relacionados, sugerimos que leia os seguintes posts do Sproutly:

  1. Critical Period: o que é e como afeta o aprendiz de uma língua
  2. Quero ser bilíngue. Quanto tempo leva?
  3. Silente Period: o primeiro estágio da aquisição de uma segunda língua
  4. As 6 fases da aquisição de uma língua
  5. 5 mitos sobre o bilinguismo

O primeiro ponto importante no seu caso é discutir a artificialidade em mudar o idioma principal usado entre os membros da família para se comunicarem. Mesmo que um, ou ambos os pais, falem a língua do novo país, é recomendável que continuem utilizando o idioma que sempre utilizaram entre si. Assim, o processo de adaptação ao novo lugar pode ser mais ameno. Depois, vale considerar que uma mudança de idioma dentro de casa não vai ajudar as suas filhas a adquirirem o novo idioma mais rapidamente. A segunda língua será aprendida na escola, na rua, no parque, na socialização com pessoas e através da interação com ambientes onde o uso da língua seja autêntico. Mantenham o primeiro idioma entre si em casa e utilizem o segundo quando estiverem em outros ambientes que não o doméstico. Isso vai ajudar a fortalecer a identidade de todos e vai dar continuidade à cultura e idioma do país de origem.

Se o português for língua minoritária no país onde vocês vivem, é normal que seu filho se recuse a utilizá-la, afinal, na vida social e na comunidade onde vocês vivem, o idioma falado é outro. Neste caso, é importante que você crie a necessidade para que ele faça uso da língua em situações que sejam interessantes e atrativas para ele. Comunique-se com ele no seu idioma nativo em momentos agradáveis, o máximo de vezes que você puder. Leia histórias, cante canções, assista a filmes, jogue apps, visite museus, converse sobre um assunto que o intrigue, enfim, tudo usando o idioma nativo de vocês. Essa situação é bastante comum entre as famílias que vivem em um país onde a língua falada não é a mesma usada em casa. Continue insistindo, sem forçar a barra! Vai valer a pena!

As crianças não ficarão confusas se você se comunicar com eles em dois idiomas diferentes. As crianças conseguem distinguir os sons de línguas diferentes desde bem pequenas. Há vários países oficialmente multilíngures, como Índia, Singapura e África do Sul, que possuem mais de um idioma oficial. Não há registros de que os cidadãos desses países ficam confusos, nem que apresentam algum tipo de dificuldade relacionado ao fato de serem expostas a mais de um idioma simultaneamente. Assim como você mistura dois idiomas ao se comunicar com eles e isso é natural para você, seus filhos também aprenderão a distinguir as línguas e as usarão com igual proficiência e conforto. Esse processo de misturar dois idiomas em uma mesma frase ou pensamento é chamado de code-switiching. Quando expostas a dois ou mais idiomas, desde pequenas, as crianças são capazes de diferenciá-los e identificar suas características com facilidade e naturalidade. Portanto, não há motivos para você se preocupar. Seus filhos não se confudirão e não há nenhuma razão para você escolher apenas uma das línguas para se comunicar com eles. Continue utilizando as línguas com as quais você se sente confortável e não se preocupe tanto com as crianças. Elas são perspicazes e mais espertas do que você imagina!  

Na maioria dos casos sim. As crianças, além de serem cognitivamente mais flexíveis, também conseguem distinguir e produzir diversos sons com mais facilidade. Assim, elas imitam e incorporam padrões de pronúncia com mais naturalidade do que adultos. No entanto, é errado pensar que as pessoas mais velhas não são capazes de aprender um segundo idioma sem sotaque. Há exceções, já que características individuais também influenciam o processo, e as similaridades e diferenças fonológicas entre a primeira língua e a segunda podem impactar o sotaque e a pronúncia.

O melhor caminho para ensinar uma segunda língua é expor seu filho a ela e utilizá-la de forma consistente. Para começar é importante definir suas metas e objetivos. O que você pretende ao ensinar Inglês a seus filhos? Quais habilidades deseja que eles desenvolvam: compreensão, fala, leitura e/ou escrita? A partir daí pode-se traçar um plano e definir como será incluída a segunda língua na rotina da família. O Sproutly oferece auxílio durante esse processo e indica os melhores caminhos para você. Contate-nos e saiba mais.

A carga horária dedicada ao ensino do inglês no Brasil na maioria das escolas tradicionais normalmente não é suficiente para garantir que a criança se torne fluente no idioma. É possível que seus filhos saibam usar o inglês, que sejam bons alunos e recebam boas notas. No entanto, o que acontece com a maioria dos alunos, é que, quando precisarem utilizar o idioma fora do contexto da sala de aula, eles poderão apresentar dificuldades e falta de proficiência. O fato do inglês ser ensinado no Brasil como língua estrangeira também afeta a forma e o ritmo como os alunos aprendem. Muitas vezes a sala de aula é o único lugar onde o aluno é exposto ao inglês e essa exposição, por si só, não é suficiente num país onde a principal língua falada é outra. Há outros fatores que impactam diretamente os resultados obtidos através da instrução do inglês exclusivamente na escola tradicional: personalidade do aluno, aptidão, motivação, qualidade e quantidade de exposição e uso do idioma, dentre outros.

Sugerimos que você leia os nosso artigos relacionados a este assunto para obter mais informações: Por que o inglês ensinado nas escolas não é suficiente?; ESL ou EFL?; Quero ser bilíngue: quanto tempo leva?; Quais as diferenças entre escolas tradicionais e escolas bilíngues?

Cada idioma apresenta características próprias quanto à sua sintaxe, gramática, pronúncia, semântica, fonética, morfologia e pragmática, que podem ser mais ou menos desafiadoras para quem deseja aprendê-lo dependendo de sua primeira língua. Em teoria, quanto mais semelhanças entre a sua língua materna e a segunda língua, mais fácil será o aprendizado. O Defense Language Institute, na California, categoriza os idiomas em quatro grupos quanto à facilidade em aprendê-las, lembrando que a quantidade e a qualidade de instrução do idioma são determinantes. Essa classificação vale para quem fala inglês como seu primeiro idioma, e separa os idiomas da seguinte forma: grupo 1 = línguas menos difíceis de serem aprendida ao grupo 4 = línguas mais difíceis de serem aprendidas.

  • Grupo 1 – Afrikaans, Dinamarquês, Holandês, Francês, Creoulo Haitiano, Italiano, Norueguês, Português, Romeno, Espanhol, Sueco e Swahili.
  • Grupo 2 – Búlgaro, Dari, Farsi (Persa), Alemão, Grego, Hindi-Urdu, Indonésio, e Malaio.
  • Grupo 3 – Amharic, Bengali, Birmanês, Tcheco, Finlandês, Hebraico, Húngaro, Khmer (Cambodian), Lao, Nepali, Tagalog, Polonês, Russo, Croata, Sinhala, Thai, Tamil, Turco, Vietnamita.
  • Grupo 4 – Árabe, Chinês, Japonês, Coreano.

Fonte: http://www.dliflc.edu

Primeiramente você precisa se lembrar que o processo de aprendizagem de um idioma varia de pessoa para pessoa. O segundo ponto é que você está apenas no terceiro mês do seu intercâmbio – é apenas um quarto do tempo total que você permanecerá no exterior – portanto, tenha paciência. Tente encontrar um amigo ou amiga com quem possa praticar o idioma de forma prazerosa, fazendo coisas que sejam significativas para vocês. Também tente manter em mente que seu progresso será mais rápido se você praticar o idioma – quanto mais uso, melhor. Ao se comunicar com as pessoas, você não só precisa pensar no que deseja comunicar, mas também em como vai fazê-lo. Participe de grupos, clubes e comunidades. É conversando que você entra em contato e se apropria de novo vocabulário, que pode verificar as diferentes formas de utilização da língua, que entra em contato com a maneira como os nativos se comunicam. Tente não ser muito exigente consigo mesmo – lembre-se que tudo bem se você não utilizar a língua perfeitamente, afinal, é exatamente por isso que você está nos Estados Unidos estudando! Take it easy!

Sim, é possível. Existem inúmeros recursos que podem ajudar você a promover o bilinguismo na sua casa junto ao seu filho. Programas de TV, filmes, livros, músicas, aplicativos de celular e tablets em inglês (e outros idiomas) são os mais comuns. Uma babá que fale inglês, uma escola bilíngue, um professor particular, ou frequentar ambientes onde a segunda língua é usada também ajudam. No bilinguismo é importante lembrar que não basta exposição à língua – o uso e a prática também são essenciais. Para isso, quanto mais situações em que a criança tiver acesso e puder usar o segundo idioma para se comunicar e socializar, melhor. Lembre-se que a consistência e frequência do contato com o idioma são decisivos no processo.

Existem algumas alternativas para complementar a educação de seu filho em Inglês, como cursos de idiomas específicos para cada idade (geralmente a partir de 2 ou 3 anos). Algumas famílias optam por contratar professores particulares (nativos ou não) para fazer reforço do Inglês aprendido na escola ou manter foco exclusivo em conversação e fluência. Outra opção é o ensino bilíngue em casa, feito pelos pais ou cuidadores da criança, que é uma das propostas do Sproutly.

Em muitos casos como o seu, é comum as pessoas culparem o bilinguismo por atrasos e dificuldades acadêmicas vivenciados pela criança. A verdade, no entanto, é que muito raramente o bilinguismo está associado a esse tipo de problema. Apesar de alguns profissionais sugerirem que a criança seja exposta a apenas um dos idiomas, vários estudos comprovam que a exposição a duas línguas não causa – nem piora – dificuldades.

Mesmo indivíduos com comprovado comprometimento cognitivo e atraso no desenvolvimento são capazes de adquirir duas línguas e de tornarem-se bilíngues sem que haja prejuízo para outras habilidades. Converse com os profissionais da escola para tentar descobrir a natureza das dificuldades de seu filho. Se for preciso, vale a pena procurar a ajuda de outros profissionais como um fonoaudiólogo, psicólogo ou psicopedagogo.

Normalmente a resposta para essa pergunta é NÃO. A escola bilíngue deve oferecer um número de horas de ensino por meio da língua suficiente para que o aluno aprenda o segundo idioma. Além disso, se a família sempre usou o português para se comunicar em casa, é aconselhável que vocês mantenham essa língua no contexto familiar. A criança cria vínculos e laços afetivos associados ao primeiro idioma, sua língua materna, que deve continuar a ser a principal língua usada na comunicação. No entanto, você pode auxiliar o seu filho em casa, estimulá-lo, comprar materiais e explorar o segundo idioma junto com ele, desde que seja de forma lúdica, contextualizada e significativa. Use a sua criatividade e aproveite esses momentos para se aproximar de seu filho, além de experimentar o uso do inglês junto com ele.

Apesar de não falar, seu filho compreende muito bem e está atento ao que acontece no ambiente em que vive. Nesta fase as crianças precisam de estímulo e exposição ao Inglês de forma natural e lúdica. Quando estiverem preparadas, começarão a comunicar seus desejos e necessidades, desde que já tenham sido expostas às ferramentas necessárias para tal. Pesquisadores da Universidade de Cornell (NY, USA) estudaram os cérebros de pessoas que aprenderam uma segunda língua muito cedo e perceberam que elas demonstravam maior facilidade na fala e compreensão das duas línguas adquiridas. Segundo eles, as mesmas regiões do cérebro eram ativadas e controlavam suas habilidades nas duas línguas.

Vamos começar dizendo que situações como essa, em que há mudança de humor e comportamento, são esperadas em crianças pequenas quando expostas a um segundo idioma. É natural que o processo de adaptação do seu filho passe por altos e baixos. Quando a criança pequena entra na escola bilíngue, geralmente há um encantamento inicial da criança com o ambiente, há uma curiosidade genuína sobre aquela língua. Essa fase dura alguns dias, até que a criança comece a achar aquela rotina chata, pois a novidade acabou e ela se frustra pois percebe que não entende a professora, e que não consegue se expressar. É neste momento que que ela começa a reclamar. O importante é você compartilhar essa mudança de comportamento do seu filho com a professora dele – lembrando que seu filho provavelmente não está tendo um problema com a professora, mas sim com o processo de adaptação ao idioma. Converse com seu filho e explique as razões pelas quais você escolheu essa escola e esse programa. Mostre empatia e diga a ele que você entende os desafios e que respeita os sentimentos dele.

Ao mesmo tempo, mostre otimismo, positividade e confiança. Explique que isso vai passar, e que você sente orgulho dele. Acolha o sofrimento do seu filho, mas não deixe que isso afete a sua decisão de proporcionar a ele uma educação bilíngue – no futuro, terá valido a pena. Aguarde mais algumas semanas e vá monitorando o comportamento dele. Via de regra, as reclamações tendem a diminuir, até cessarem, e logo seu filho estará falando inglês. Fique firme e forte!

Não. Seu filho está exposto à Língua Portuguesa no dia a dia: nas ruas, mercados, restaurantes, bibliotecas, escolas. A maioria de seus amigos e familiares provavelmente fala apenas Português. Seu filho estará sempre em contato com esta língua. Introduzir e utilizar o Inglês exclusivamente em sua casa, no período escolar, ou em determinados momentos do dia (escolhidos pela família) não afetará o aprendizado, pelo contrário, auxiliará no desenvolvimento cognitivo e na plasticidade cerebral, inclusive facilitando o aprendizado de outras línguas no futuro.

Que bom que seu marido e você já estão conversando sobre isso desde que o Luigi é bem pequeno. É essencial que vocês estejam alinhados quanto à conduta que irão adotar com ele. Enquanto algumas famílias criam filhos bilíngues naturalmente, é normal que outras não cheguem a um consenso sobre este assunto, e debater sobre a questão é importante. A sua pergunta é muito válida, pois a decisão sobre as línguas que serão usadas com o Luigi impactará outras esferas da vida dele, como a personalidade, as identidade linguísticas e culturais, os padrões cognitivos e o seu desenvolvimento. Nossa orientação é que você dê uma lida nos posts do nosso site e em outras fontes sobre o assunto, converse com outros pais que estão em situação parecida, ou cujos filhos receberam educação bilíngue. Indique leituras para o seu marido, e encorage-o a também conversar com outras pessoas. Depois, façam uma tabela com os prós e contras sobre o bilinguismo – é bacana que os dois contribuam para essa lista. Enfim, usem os pontos registrados nessa tabela e conversem sobre o tema, procurando uma resposta para a decisão tomada seja de comum acordo pois, no final das contas, o maior beneficiado será o Luigi. Boa sorte para você! Se precisar esclarecer alguma outra dúvida, ou se quiser compartilhar outra pergunta, por favor entre em contato conosco.

Muitas famílias nos escrevem com questões semelhantes. Nesse caso, como a única fonte de exposição e uso da língua é o pai (geralmente dentro de casa), a indicação é que vocês maximizem as experiências e o tempo de convivência das crianças com o pai. Para isso, sugerimos que vocês promovam atividades não só dentro de casa, mas também em parques, museus, supermercados, cinema etc., pois assim o repertório de palavras das crianças pode ser ampliado. Lembrando que, quanto mais significativa a experiência for, maior a chance de a linguagem se desenvolver. Outra dica para ajudar a enriquecer a vivência dos seus filhos e aproximá-los da língua nativa do pai é promover o acesso a canais de televisão, filmes, livros e música nessa língua. Caso seja possível, vocês também podem usar o Skype ou Facetime para que eles se comuniquem com a família paternal usando o idioma. Fazer viagens para países onde essa língua seja falada também proporcionará, além de exposição, grande oportunidade para sua prática. É claro que as experiências que vocês irão proporcionar aos seus filhos podem depender de uma série de fatores, inclusive financeiros. Então, nossa dica é para que vocês façam o melhor e continuem estimulando as crianças a estabelecerem uma relação saudável e significativa com o idioma do pai.

Na adolescência, a influência dos pais passa a ter menos força na vida do filho. Os colegas e a mídia impactam mais a existência da criança quando ela entra na puberdade, já que neste período há uma busca pela identidade e aceitação social. A tendência é que o adolescente conforme-se menos com as regras impostas pelos pais, sendo natural que ele escolha uma das línguas como língua de preferência. Nossa dica é que você, pai ou mãe, continue se comunicando com sua filha na primeira língua, mesmo que ela responda em inglês.

Ao menos você continuará a expondo ao primeiro idioma, maximizando as oportunidades para que ocorra o bilinguismo passivo, ou bilinguismo receptivo. Lembre-se que não é preciso entrar em conflito. Além de não ser saudável para a relação de vocês, isso não fará com ela volte a usar português. A orientação é que você persista enquanto for positivo. Caso ela continue se recusando e mostre desconforto ou irritabilidade, é indicado que ao menos os pais continuem falando a primeira língua entre si. Lembre-se que depois de passada a puberdade, muitos indivíduos voltam a interessar-se pela primeira língua e a desenvolvê-la continuando por onde pararam. Cabe a você plantar as sementes e cultivá-las. Um dia a colheita terá valido o esforço. Não desista!

Há algumas sugestões que podem ser colocadas em práticas. Uma primeira alternativa é aproveitar o material do seu filho e estudar com ele. Se você demonstrar empatia e envolver-se no processo de aprendizagem, além de acabar melhorando o seu inglês, você ainda vai estimulá-lo e pode aproveitar a situação para encorajá-lo durante o processo.

Lembre-se que você é um modelo para seu filho e que compartilhar com ele as suas dificuldades e superações é também dar um exemplo de como enfrentar situações adversas que ele terá, não só na escola, mas na vida. Outra ideia é você, de fato, matricular-se num curso de inglês (caso a sua situação financeira permita). Assim, ambos poderão compartilhar suas experiências como aprendizes do mesmo idioma, conversar sobre o assunto e um complementar o aprendizado do outro trocando ideias e informações.

Uma terceira possibilidade é você pedir ajuda a um amigo ou parente que tenha conhecimento da língua e que possa ensinar a você e seu filho, pelo menos no começo. O exercício de ter alguém mais capacitado como mentor no processo de aprendizagem é bastante positivo. Assim, você e seu filho compartilharão da experiência de serem ensinados/ajudados por alguém que saiba mais sobre o tema e juntos seguirão pelo processo de aprendizagem. Lembre-se que você não precisa ser fluente em inglês para que seu filho se torne bilíngue.

Esse método de ensino bilígue também é conhecido como One Parent One Language e sua principal característica é que cada um dos pais, ou cada pessoa que convive com a criança diariamente, se comunica com ela em um idioma. O ambiente onde a criança nasce e cresce, portanto, é totalmente bilíngue. Isso faz com que o bilinguismo desenvolvido pela criança seja forte, também chamado de balanceado, ou seja, a criança se tornará igualmente fluente e competente nas duas línguas. Este é um dos principais métodos utilizados. Se quiser conhecer sobre outras formas de educação bilíngue, clique aqui.

Claro! Há vários recursos disponíveis na Internet hoje em dia que podem ajudá-lo a entender a gramática da língua inglesa! Listamos alguns e esperamos que eles contribuam! Boa sorte!

  • English Teacher Melanie
    Neste site você vai encontrar não só explicações sobre gramática, mas também dicas de como estudar, vídeos, tutoriais sobre o idioma e ajuda com vocabulário. A Melanie, autora do site, tem até um podcast sobre o assunto! Vale a pena conferir!
  • Grammarly Handbook
    Este site oferece informações e dicas sobre gramática, pontuação, capitalização de palavras e outras características da mecânica da língua inglesa.
  • English Club
    O English Club, além de explicações sobre o assunto, disponibiliza também inúmeros testes para você testar seu conhecimento de gramática em inglês.
  • English Leap
    Desde os fundamentos da língua inglesa até aspectos mais elaborados da língua, este site oferece explicações simples e fáceis de ser entendidas, além de testes e exercícios para você treinar online.

Muitos pais acreditam que precisam fazer atividades específicas para o aprendizado de Inglês, mas isso não é verdade. Para criar um filho bilíngue é preciso utilizar momentos que fazem parte da rotina da família como situações de aprendizado. Você não ensinará apenas um tempo verbal ou vocabulário específico, mas passará momentos, inclusive de lazer, utilizando o idioma. Isso demanda tempo, paciência e perseverança. Criar um filho bilíngue é um projeto a médio e longo prazos. O Sproutly oferece sugestões de atividades específicas de acordo com a situação de cada família, e orienta os pais em relação a procedimentos, oferecendo encorajamento e suporte.

São inúmeros os benefícios em ser bilíngue. Ser competente em duas línguas apresenta vantagens sociais, afetivas, acadêmicas, econômicas, psicológicas e culturais. Apenas para citar algumas:

  • a criança pode se comunicar com ambos os pais, caso eles falem duas línguas diferentes.
  • ela poderá transitar entre os ambientes e usar a língua falada em cada um deles com confiança.
  • permite que a criança tenha mobilidade entre gerações (por exemplo, se os avós falam uma língua que seja diferente da primeira língua da criança).
  • a criança possui mais recursos para comunicar-se com diferentes pessoas do que o indivíduo que fala apenas um idioma.
  • a criança que é alfabetizada em duas línguas (biletramento) pode usufruir do dobro de recursos literários.
  • a criança bilíngue dispõe das experiências proporcionadas por dois mundos diferentes.
  • o bilinguismo ajuda a criança a desenvolver mais tolerância e empatia para com outras culturas, valores e pessoas.
  • o bilinguismo contribui para o aumento da criatividade e da flexibilidade cognitiva.
  • é provável que o indivíduo bilíngue tenha mais oportunidades no mercado de trabalho.

Clique aqui e leia nosso post completo sobre as vantagens de ter um filho bilíngue.

Escolas bilíngues custam a partir de R$1500 para meio período e acima de R$6 mil para período integral. Em algumas instituições, este valor inclui as refeições feitas pelas crianças durante o período letivo. Em outras há um acréscimo pago mensalmente referente à alimentação dos filhos, bem como taxas de livros e outros materiais pedagógicos.

Não há um consenso entre os especialistas sobre quanto tempo de exposição é necessário para que uma criança seja bilíngue. Muitos dizem que a criança deve utilizar 20 ou 30% de seu tempo acordada falando a segunda língua, porém é difícil medir a quantidade de tempo exata que seu filho passa exposto e/ou utilizando o Inglês. Mesmo em uma escola bilíngue, passará por volta de três horas estudando em língua inglesa, mas teríamos de somar os momentos de lição de casa, estudo e leitura em casa, que fazem parte das exigências escolares. É muito difícil fazer um cálculo específico para isso, portanto, o tempo necessário é o tempo que você consegue incluir na rotina e destinar exclusivamente a utilizar o Inglês com seus filhos. É este o tipo de direcionamento que damos no Sproutly.

A forma mais eficaz de fazer seu filho aprender um segundo idioma é incorporar a língua na rotina da família. A melhor maneira de ajudá-lo nesse processo é oferecer input e output com consistência e qualidade – lembrando que quanto mais significativa for a relação de seu filho com a língua, melhor. Dependendo da idade de seu filho você pode usar histórias, músicas e atividades que sejam de seu interesse, como passeios, filmes e conversas como conduítes para a aprendizagem. Se ele for mais velho, proponha jogos, atividades de lazer, viagens e outros programas que sejam de seu interesse. A criança que é exposta a dois idiomas em condições favoráveis e que sente a necessidade real de usar a língua para satisfazer seus desejos e necessidades, bem como socializar e relacionar-se com outros indivíduos, tem mais chances de obter sucesso no processo. Boa sorte!

A sua dúvida é muito comum entre os pais monolíngues que desejam embarcar na jornada bilíngue junto com seus filhos. Tecnicamente, a aprendizagem de um novo idioma pode acontecer em qualquer momento da vida, desde que haja exposição adequada e oportunidades para uso e prática. Para isso, faça um planejamento para proporcionar as melhores condições para que o processo aconteça e depois coloque em prática um plano de ação.

Por exemplo, tente garantir que todos os membros da família estarão em contato a língua a maior parte do tempo possível – faça um combinado sobre isso entre todos os envolvidos. Isso pode incluir recursos e acesso ao inglês nas formas escrita e oral. Lembrando que as oportunidades para que ocorra o input do idioma provavelmente ocorrerão com mais frequência, afinal, filmes, músicas, livros e podcasts em inglês são de fácil acesso, ao passo em que as ocasiões para que o output ocorra serão menores.

Por isso, maximize o uso da língua, prestando sempre atenção à qualidade da comunicação – não esquecendo que motivação e empenho também contam! Recorra a aplicativos, cursos online, grupos de conversa, e outros recursos que podem ajudar a sua família. Será divertido se vocês puderem trocar experiências e momentos juntos durante essa jornada. E, claro, fique antenado em nosso site e nossas dicas. Lembre-se que, apesar de haver discussões na área de educação bilíngue de que os mais jovens apresentam características que podem facilitar o processo, isso não significa que adultos não possam ter sucesso nessa empreitada. Boa sorte!

A sua dúvida é a de muitos outros pais e avós que, ao se mudarem para o exterior, percebem que a língua de herança começa a se perder. É natural que seus netos tenham substituído o português pela língua do país onde eles moram. A primeira consideração no seu caso é se os pais dos seus netos concordam que as crianças deveriam manter o português em casa. Vale a pena conversar com eles e consultá-los sobre o que eles pensam sobre isso e sobre quais as expectativas que eles têm para os filhos. Caso eles concordem em investir na manutenção do português em casa, há algumas formas de você ajudá-los. Por exemplo, ao comunicar-se com as crianças, você pode usar somente o português. Assim, você se tornará a referência da língua para eles. Ler, contar histórias, ouvir e cantar músicas também funcionam bem, principalmente com crianças pequenas. Você também pode estimulá-los a assistir a canais de televisão e filmes e a usar aplicativos em português sempre que possível. Caso você tenha possibilidade e recursos, sugerimos que você encoraje seus netos a manter contato com parentes e amigos no Brasil via Skype, Facetime, ligação telefônica ou qualquer outro meio de comunicação. Isso vai estimulá-los a usar o português para se comunicar em situações reais. Lembre-se que quanto mais significativas e autênticas forem as oportunidades para que haja exposição e uso da língua, melhor.

No seu caso, é natural que suas filhas aprendam e desenvolvam a língua portuguesa mais rapidamente que o inglês, pois o acesso e o uso do português ocorrem com mais frequência. No entanto, não abandone o uso do inglês ao comunicar-se com elas. Mesmo que elas apresentem mais domínio e preferência pela língua materna (bilinguismo dominante) e acabem não desenvolvendo o bilinguismo composto, ou bilinguismo balanceado, elas certamente terão algum tipo de habilidade na língua inglesa, caracterizando algum outro tipo de bilinguismo (verifique nosso glossário de termos e expressões). Além disso, você provavelmente deve se sentir mais à vontade para usar o seu primeiro idioma com as suas filhas, e isso ajuda no estabelecimento e fortalecimento de laços afetivos e emocionais entre vocês. Mesmo que em frequência menor do que o português, é importante que você continue a usar o inglês. No futuro o seu esforço terá valido a pena! Para saber mais, leia o nosso post sobre os 10 motivos para investir e insistir no bilinguismo! Se precisar de outras dicas entre em contato com a gente!

Que bom que você e seu marido estão empenhados em manter as línguas maternas de vocês como língua de herança para sua filha. Esse já é um excelente começo! Sua dúvida é legítima –  uma vez que a sua filha, que mora na Inglaterra desde que nasceu, está sentindo a pressão social para se comunicar em inglês. Porque o inglês é o idioma de socialização, e provavelmente o idioma no qual ela recebe mais estímulos (televisão, escola, parque, rua, supermercado etc.), é natural que ela apresente preferência para usar este idioma, principalmente agora que está indo para a escola. É aconselhável que você e seu marido não sintam que o português e o italiano são línguas isoladas no contexto social da sua filha, e que, apesar de ser desafiador, é possível, sim, que vocês mantenham e sustentem o desenvolvimento dela nas três línguas simultaneamente. Para isso a orientação é de que haja muito estímulo nas línguas menos dominantes (português e inglês), e que vocês a ajudem a construir uma relação afetiva com os idiomas a partir de atividades e experiências significativas. Não desistam – muitos pais sucumbem ao idioma da comunidade onde vivem e acabam não insistindo na manutenção da língua de herança. Seja persistente!

Sua dúvida é muito interessante. Outros pais já nos escreveram com questões parecidas. Você não deve se preocupar com o desenvolvimento da linguagem de seus filhos, desde que a exposição e o uso das línguas seja regular e consistente. Por isso, se você e a sua esposa usam cada um o seu primeiro idioma para interagir com a criança no dia-a-dia, não há motivos para pensar que seus filhos terão dificuldade em desenvolver qualquer uma das línguas. Lembrando sempre que só a exposição ao idioma não é suficiente para que as crianças se tornem bilíngues ativas em duas línguas – é preciso prática e uso. Continuem se comunicando com seus filhos nas suas línguas maternas em diversas situações e ambientes – isso vai estimulá-los a usar os idiomas, bem como proporcionará um enriquecimento do vocabulário e das habilidades pragmáticas no uso da língua. Ou seja, seus filhos, além de compreenderem e se expressarem nos dois idiomas, também saberão que tipo de linguagem usar em diferentes ocasiões (formais e informais, sociais e acadêmicas).

Primeiro, você deve separar momentos do dia em que um ou outro idioma são utilizados na escola. É preciso que o aluno saiba em que hora do dia e em que contextos o primeiro e o segundo idioma serão usados. Depois, você deve garantir que ambas as línguas serão valorizadas e utilizadas com a mesma intensidade e qualidade em todos os ambientes da escola. O ideal, em escolas brasileiras, é que você ofereça o segundo idioma 50% do tempo em que os alunos estiverem em contato com conteúdo escolar e atividades acadêmicas. Não se esqueça que escolas bilíngues no Brasil devem garantir o ensino de conteúdo exigido pelo Ministério da Educação e Cultura.

Sugerimos algumas estratégias para ajudá-la a estimular seus alunos a participar ativamente do processo de aquisição da segunda língua em sua sala de aula. Primeiro, é importante que você prepare atividades que despertem o interesse dos alunos – ou pelo menos da maioria. Invista um tempo para conhecê-los tanto individualmente quanto como um grupo – descubra do que eles gostam e quais as experiências acadêmicas que eles consideram atrativas. Com base nas informações que você obtiver a partir desta investigação inicial, nossa segunda dica é para você planejar aulas e projetos que atendam essa demanda, respeitando as individualidades de cada um. Em terceiro lugar, sempre inicie uma aula ou projeto explicando para os alunos o que será feito, compartilhando com eles as estratégias que serão empregadas e o porquê de suas escolhas. Converse explicitamente sobre os objetivos da sua aula e como isso vai ajudá-los a crescer academicamente. Isso vai fazê-los perceber a importância do que está sendo proposto e a tendência é que eles sejam participativos no processo. Por fim, lembramos que se você oferecer um ambiente que estimule a curiosidade natural pelo conhecimento e promover um contexto saudável e propício para que os alunos explorem e investiguem o tema sendo ensinado, mais inspiradora será a sua aula, e maiores as chances dos seus alunos engajarem com sucesso no processo.

Antes das dicas, vale lembrar que o que você precisa saber em inglês para o vestibular pode ser bem diferente do inglês que você vai precisar para a sua vida profissional. Nos exames vestibulares, a única habilidade do candidato que é realmente avaliada é a leitura. Durante o teste, você terá de ler textos em inglês e depois responder perguntas de múltipla escolha. Recomendamos que você treine bastante leitura e que varie as fontes e os tipos de bibliografia.
Não fique presa ao que você gosta de ler – é importante que você pratique a leitura de vários gêneros e níveis de dificuldade. Durante a leitura, verifique se está entendendo a mensagem geral do texto, bem como detalhes importantes. A maioria das perguntas do vestibular testa a sua compreensão geral e também a sua habilidade de interpretação, conclusão e de seleção de informação relevante. Já, na sua vida profissional, é muito possível que você precise utilizar as outras habilidades – escrita, fala e compreensão -, e não somente a leitura. Para desenvolver a escrita, sugerimos duas maneiras de você melhorar o inglês: a primeira – aproveite os textos que usou para treinar a leitura e escreva um resumo com os principais pontos e ideias. A segunda sugestão é manter um diário no qual você possa escrever sobre qualquer tema – em inglês, claro.

Para desenvolver a compreensão, você pode assistir a filmes e seriados em inglês, escutar música e podcasts de seu interesse, fazer cursos de inglês online que ofereçam um professor ou um colega virtual com o qual você possa conversar, assistir a vlogs e tutoriais no YouTube etc. Já, para ajudá-la a melhorar a sua fala em inglês, não há outra receita senão praticar! Tente conversar com pessoas que também sabem inglês o máximo que você puder. Você também pode usar algum aplicativo no celular ou no computador para gravar você mesmo falando em inglês – isso a ajudará a perceber os erros e lhe indicará mais claramente o que precisa ser melhorado. Ao invés de manter um diário escrito, você pode fazer uma versão falada! Mantenha a calma e permaneça relaxada. Lembre-se que fluência e proficiência em um idioma só se alcançam treinando!

O bilinguismo é um fenômeno multifacetado influenciado por vários fatores, e por isso muitas pessoas não entendem exatamente como ele acontece. O bilinguismo pode acontecer com a aquisição natural de duas línguas, que geralmente ocorre desde o nascimento da criança, quando ela é exposta a dois idiomas simultaneamente.

O resultado desse tipo de exposição é o bilinguismo primário balanceado. Nesse caso, a segunda língua, assim como a primeira, é adquirida naturalmente e de forma espontânea, sem que a criança esteja consciente do processo ou haja instrução formal. A segunda maneira de se tornar bilíngue é aprender uma língua depois que a primeira já está parcial ou totalmente adquirida. Neste caso, o processo é consciente e a instrução do segundo idioma ocorre de maneira formal (lembrando que essa diferença parte de uma de uma linha de pesquisadores que considera a aquisição e a aprendizagem de línguas dois processos diferentes).