Por que o inglês ensinado nas escolas não é suficiente?

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Por que o inglês ensinado nas escolas não é suficiente?

Falta de capacidade de comunicação, oportunidades de emprego perdidas e aumento nas matrículas em cursos de idioma mostram que o inglês ensinado na grade escolar está muito aquém do esperado.

A Lei de Diretrizes e Bases da Educação não prevê aulas de inglês obrigatórias nas escolas. Cabe às esferas estadual e municipal definir como dar-se-á seu ensino. É o próprio avanço do mercado, das tecnologias e do mundo em si que decretam a necessidade de seu aprendizado. A cada dia o Inglês é mais requisitado para vagas de emprego, para entretenimento (música, publicidade, televisão, cinema e videogames) e para a comunicação (amigos no exterior, redes sociais etc.). Enfim, eis o retrato de um mundo globalizado.

Em muitas situações esta pergunta só pode ter duas respostas: sim ou não.

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O aprendizado eficaz do inglês (ou qualquer idioma) contempla as qualidades de fala (speaking), leitura (reading), escrita (writing) e compreensão (comprehension), e o aproveitamento em todas requer muita prática em situações reais, algo que torna-se inviável em salas de aula com trinta ou quarenta alunos com diversos níveis de conhecimento e dedicação.

É óbvio que a aquisição de qualquer tipo de conhecimento está intimamente relacionada à quantidade de tempo dedicada para tal, e o aprendizado de inglês nas escolas, geralmente reservado a duas, no máximo três horas semanais, está muito longe de ser o ideal. Desta forma, alunos finalizam o ciclo escolar sabendo muitas informações sobre o idioma (palavras, verbos e conjugações), entretanto, sem a capacidade de conectá-las, algo que gera a comunicação. Claro que existem exceções, quando professores diferenciados agem por conta própria e usam de criatividade para gerar resultados expressivos em determinadas instituições ou até mesmo alunos que se tornam autodidatas e ampliam seus estudos paralelamente às atividades curriculares.

Outro fator que também contribui para a má qualidade do ensino é a capacitação de professores, e isto é resultado de uma série de condições que exigem muitas mudanças em diversos âmbitos para que houvesse uma considerável mudança, desde regulamentações em nível federal até uma melhor valorização salarial, passando por programas de capacitação, atualização profissional, integração internacional e avaliação mediante iniciativas públicas e privadas.

Infelizmente não é incomum encontrar alunos de ensino fundamental que sabem mais que o professor porque aprendem na Internet com maior velocidade devido a seu interesse por comunicar-se e compreender as mensagens vindas de todo o mundo. Por outro lado, professores precisam buscar ânimo e incentivo e recursos para atualização enquanto recebem salários muito aquém do que sua nobre profissão merece.

By |2018-11-23T13:15:47+00:00janeiro 3rd, 2016|Orientações|0 Comentários

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